Sábado, Fevereiro 28, 2009
<SUPERNATURAL GARANTE 5ª TEMPORADA!
CW renova Smallville, Gossip Girl, One Tree Hill, Supernatural, 90210 e Top Model
|
|---|
Postado por
WilloW
as
9:52 PM
|
| Comente esta notícia: |
+ + + |
Sábado, Fevereiro 14, 2009
Entrevista com Jensen para o BuddyTV |
|---|
Postado por
WilloW
as
4:21 PM
|
| Comente esta notícia: |
+ + + |
“MY BLOODY VALENTINE 3D”: FILME DE TERROR GANHA UMA NOVA DIMENSÃO Seguindo a linha dos mais recentes filmes estrelados pelos irmãos Winchester, onde os filmes de terror têm sido um dos gêneros mais duradouros de Hollywood, e os cineastas e executivos dos estúdios sempre encontram novas maneiras de assustar as platéias. Foi o oculto nos anos 1970 (“O Exorcista”) e os assassinos psicóticos nos 80 (“Sexta-feira 13”). Mais recentemente predominou a tortura doentia (“O Albergue”). Agora, em uma virada para alegrar os fãs do terror erudito, os estúdios estão começando a admitir que a tortura como entretenimento já era. “Jogos Mortais” (“Saw”), franquia construída em torno de um matador chamado Jigsaw, continua forte, mas uma série de filmes com tema de tortura deixou o público de terror com a síndrome do já visto. O cansaço é visível há mais de um ano na forma do baixo faturamento de filmes como “Eu Sei Quem Me Matou”, mas os estúdios relutaram em mudar. O Lionsgate, estúdio que cultivou o terreno da tortura mais que qualquer outro, acredita ter encontrado uma maneira de dar nova vida ao gênero. É um truque antigo. Em 16 de janeiro, o estúdio vai lançar “My Bloody Valentine 3D”, um remake do sucesso cult canadense de 1981 [no Brasil, “Dia dos Namorados Macabro”] sobre um mineiro de carvão sedento de sangue com mania de picaretas. A Lionsgate acredita que será o primeiro filme de terror em três dimensões lançado nos Estados Unidos em mais de 20 anos. Se “My Bloody Valentine 3D” der lucro —e com um orçamento modesto, de US$ 20 milhões, é fácil conseguir isso—, a nova grande onda de terror pode estar próxima, acredita Joe Drake, vice-presidente de operações do Lionsgate e presidente do grupo de cinema do estúdio. “Vemos o terror em 3D como financeiramente lucrativo e criativamente excitante”, ele disse. “Queremos abrir terreno em filmes para maiores de 17 anos.” Quando o 3D entrou no mercado de filmes de massa, nos anos 1950, o terror foi uma de suas primeiras escalas. “A Casa de Cera” e “O Monstro da Lagoa Negra” levaram a tecnologia ao sucesso, mas o público se cansou daqueles óculos que davam dor de cabeça, e os estúdios reclamaram dos altos custos e das dificuldades técnicas. Os filmes em 3D tornaram-se uma curiosidade do passado. Os avanços tecnológicos e óculos mais confortáveis —para não falar em um público de jovens adultos que não lembra dos filmes antigos— fizeram os estúdios aderirem novamente ao 3D. A diversão familiar está puxando o movimento, e a DreamWorks Animation e a Walt Disney Company deverão lançar inúmeras produções em 3D no próximo ano. Mas o mercado mais amplo está vindo atrás rapidamente. “Se houve um momento em que o terror precisava ser reinventado, é este”, disse Jeanine Basinger, reitora do curso de cinema da Universidade Wesleyan em Connecticut. Para estúdios como o Lionsgate, que se concentram quase exclusivamente no público jovem, a corrida para a tecnologia 3D é uma tentativa de se adaptar à demanda dessa turma habituada a fazer várias coisas ao mesmo tempo. Os adolescentes e jovens adultos, cruciais para a saúde do cinema, estão cada vez menos dispostos a passar duas horas sentados em uma sala, dizem os executivos do setor. “Fiquei entusiasmado em seguir o elemento 3D porque parece realmente novo e original”, disse Patrick Lussier, que dirigiu a nova versão de “My Bloody Valentine”. “É visualmente incrível e uma nova maneira de esse público experimentar um filme, mas não é doloroso como alguns dos velhos filmes em 3D, que apenas atiravam coisas no rosto da plateia.” Lussier e o Lionsgate insistem que não estão usando o 3D como isca. Para eles, a tecnologia é uma maneira de realçar a história. Mas isso não quer dizer que a plateia não terá de se esquivar de algumas machadadas. Por: New York Times - por Brooks Barnes |
|---|
Postado por
WilloW
as
2:55 PM
|
| Comente esta notícia: |
+ + + |
SEXTA-FEIRA 13 - O mocinho de 'Sexta-feira 13' e 'Supernatural' fala ao Megazine: 'Ser o galãzinho é muito chato' Por: William Helal Filho* LOS ANGELES - Ele surgiu em 2000, como o certinho Dean Forrester, de "Gilmore girls". Mas, depois disso, o boa-pinta Jared Padalecki se notabilizou por papéis em produções de terror, como "A casa de cera", "Cry wolf - jogo de mentiras", ambos de 2005, e a série "Supernatural" (Warner). O mocinho de "Sexta-feira 13" é o papel de maior destaque desse ator de 26 anos nascido no Texas. *** Entrevista.: O GLOBO: O primeiro "Sexta-feira 13" foi lançado antes de você nascer. Este é a 12 produção da série. Qual sua motivação para fazer o filme? JARED PADALECKI: Vi alguns dos primeiros quando criança, mas não sabia que a série era mais velha que eu. Legal fazer parte dessa história. Várias coisas me motivaram. Adorei o remake de "Massacre da serra elétrica" (feito pelos mesmos produtores e diretor) e achei o roteiro do filme muito bom. É sedutor, engraçado e assustador. Como foi seu primeiro contato com Jason no set? JARED: Cheguei ao Texas depois dos outros, após finalizar a terceira temporada de "Supernatural". Quando pisei no set, vi Derek (Mears) com a máscara, andando em meio às arvores. Arregalei os olhos e pensei "sensacional". Foi aí que o filme começou para mim. Seu personagem não enfrenta Jason, está sempre fugindo. Você quis assim? JARED: Eu malhei pesado antes das gravações. Não queria o Clay como um boneco nas mãos do Jason. Mas daí a enfrentá-lo... Se você vê um cara gigante com um machado, carregando corpos por aí, não vai brigar com ele. Eu quis fazer um personagem real. Você tem feito muitas produções de terror. Por quê? JARED: É, sou visto como ator de horror. Acho que gostam da minha cara de assustado (risos). Na verdade, isso acontece porque Hollywood tem feito muito terror. E não estou num ponto da carreira em que posso escolher roteiros. Não sou o George Clooney. Tenho que fazer o que aparece. Você tem medo da opinião dos fãs de "Sexta-feira 13"? JARED: Durante as filmagens, entrei em fóruns na internet para ler o que diziam e vi muita gente criticando algo que nem estava pronto. Então aceitei que, na minha carreira, muita gente vai gostar de mim sem motivo, mas muita gente não vai gostar, também sem motivo. Eu só tenho que me preocupar em atuar. Você é um dos poucos no filme que não faz cena de beijo ou de sexo. Por quê? JARED: Numa das versões do roteiro, o meu personagem e Jenna (Danielle Panabacker) se beijavam, mas achamos caído. Os dois tinham acabado de se conhecer e viram tanta gente morta. Seria gratuito... Eu não quero parecer canastrão. Além disso, num "Sexta-feira 13", você sabe que alguém vai morrer assim que aparece fazendo sexo. Você também se recusou a tirar a camisa no filme. Ser umsex simbolincomoda? JARED: É fácil para um cara como eu fazer personagem charmoso. Branquear dentes, fazer cabelo... Mas ser o galãzinho é muito chato. Você ganha frases bonitas para dizer, mas é tão brega... Gosto de atitude. Neste filme, só queria ser um herói clássico, que faz o certo, como Humphrey Bogart. Não queria mostrar o corpo sem motivo. A equipe se preocupou com isso. Não é para ganhar o Oscar, mas não precisamos ser toscos. *O repórter viajou a convite da Paramount Assista o Traller: |
|---|
Postado por
WilloW
as
12:30 AM
|
| Comente esta notícia: |
+ + + |
